Erasmus

31.5.05

Deixemo-nos de referendos. A Europa ou se faz na cama ou não se faz. Não há que temer o «não», mas a «nega».

posted by rui at 31.5.05

Spa, pá

Em Bali há muitos spa's. Spa para aqui, spa para ali. Gajo que é gajo não vai a spa's. Gajo que é gajo nem sabe o que é um spa. Isso é coisa de gaja. O único «Spa» que um gajo deve conhecer é «Spa Francorchamps».

posted by rui at 31.5.05

Gostei muito do centro histórico de Kuta

Dvd's a 15.000 rupias cada (um euro e meio).
A cada 10 oferecem mais 3.
E «são bons?», pergunto eu.
«São bons, são. São copiados de originais.»

posted by rui at 31.5.05

Repita comigo

«C'est tout that I can do».

posted by rui at 31.5.05

dose diária recomendada

Aula Magna, Hoje, 21.30, Antony and the Johnsons.

posted by rui at 31.5.05

Kuta que os pariu

Em Bali, para onde quer que se olhe vêem-se cruzes swastikas e surfistas, ésse-e-ésse, swastikas e surfistas. Ok, pronto, tá bem, é verdade: mais daquelas do que destes. Um gajo fica logo sobressaltado com estes avistamentos e precisa ir logo comer qualquer coisa para acamar os nervos. Chega-se ao dito do restaurante e deparamo-nos com os seguintes pratos: «nazi vai ao campo» (nasi campur) e «nazi goering» (nasi goreng) e alvitramos: «Fosga-se». E ainda diziam que os tipos tinham ido todos para a Argentina e para o Chile. Tudo uma grande treta.

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21.5.05

posted by rui at 21.5.05

Coito

18.5.05

É irónico que na «apanhada» se esteja a salvo no «coito».

posted by rui at 18.5.05

Bate-pé

Ele pedia sempre números acima do dez. Para não correr o risco de elas aceitarem dar-lhe um beijinho ou um chocho, pedia-as todas em casamento. Encontrava um conforto cobarde na mais do que previsível recusa. Supunha que elas poderiam esconder facilmente a rejeição atrás do disparatado pedido. Imaginava que era o «quinze» ou o «vinte e três» que elas rejeitavam, e não de facto a ele. Ele, entretanto, posava de corajoso. Até o dia em que a Ana Sofia aceitou o mútuo para compra de casa e ele nunca mais brincou ao bate-pé. Como na cena dos copos de champanhe que se quebram no «Alfie», a Ana Sofia deixou nesse momento de ser o seu grande amor da primária.

posted by rui at 18.5.05

O meu outro blog chama-se

www.
Musa de Chocolate
blogspot.com

posted by rui at 18.5.05

Eu digo, tu dizes

Eu digo: vou já.
Tu dizes: já vou.

posted by rui at 18.5.05

«Isto está com falta de fotografias»

17.5.05

Esqueçamos toda a restante conversa que se pode fazer a propósito de «To Die For» de Gus Vant Sant. Isso agora não interessa nada. Cinjamo-nos ao essencial. Foi com este filme que Nicole Kidman passou a ser Nicole Kidman, essa mesmo, a mulher a quem todos nós queremos enviar metáforas. Ponto final parágrafo.
Filme hegeliano que se preze não escrupuliza nos prodígios dialécticos. Assim, também Joaquin Phoenix passou a ser ele próprio, deixando para trás o facto fúnebre de ter sido, simplesmente, o irmão do seu irmão River. A partir de To Die For, Joaquin, já plenamente ele próprio, fez sempre a mesmo personagem: adolescente, atormentado, lascivo, borbulhento, romano, parado no meio do écran.
Em fase menos individualista teria tido menos pruridos, e simplesmente colocado a fotografia e escrito «Isto está com falta de fotografias». Belos tempos.

posted by rui at 17.5.05

Passa a outro e não ao mesmo

16.5.05

Aqui vai, então, em resposta aos reptos do Filipe e do Pedro

Não podendo sair do Farenheit 451, que livro quererias ser?
«Sinais de Fogo», Jorge de Sena.

Já alguma vez ficaste apanhadinho por uma personagem de ficção?
Jorge e Luís, «Sinais de Fogo». O general e o seu amigo Konrad de «As Velas Ardem até ao Fim». James Ellroy, ele próprio, em «My Dark Places». Rui S., «A Explicação dos Pássaros».

Qual foi o último livro que compraste?
Não contando com os que comprei nos saldos da Gulbenkian, e que foram sobretudo para a escola, o «100 Selected Poems», de E. E. Cummings e «Primeiro Amor e Outras Mágoas» de Harold Brodkey.

Qual foi o último livro que leste?
«The Left Hand of Darkness», Ursula K. LeGuin.

Que livros estás a ler?
«O Anjo Pornográfico», biografia de Nelson Rodrigues por Ruy de Castro; biografia do Duque de Ávila e Bolama por José Miguel Sardica; e «Dos Delitos e das Penas» por Cesare Beccaria.

Cinco livros que levarias para uma ilha deserta?
Poesia de Cummings, Benedetti, Auden e Ruy Belo. Depois, Shakespeare e Homero, por exemplo, dos quais pouco ou nada, aliás, nada, li.

Três pessoas a quem vais passar o testemunho e porquê?
Não faças aos outros...

posted by rui at 16.5.05

Arrevesado

13.5.05

Ao filmar «Psycho», Gus Vant Sant filmou o seu Psycho e o de mais ninguém. Poderá não parecer, mas filmou algo completamente distinto do original de Hitchcock. O modo como o fez só na aparência desmente esta ideia porque tudo tem a ver com o modo como o fez. Vant Sant procurou copiar o original, fotograma por fotograma: a tomada de câmara, a luz, a condução dos actores, as linhas de diálogo, a banda sonora. Tudo exactamente igual ao original. Logo, e por isso, tudo exactamente diferente do original. Esta obsessão pela forma, que «Elephant» confirmará, foi talvez a mais difícil das opções. Em vez de recriar o filme, procurou copiá-lo, decalcá-lo. Como um monge copista saudavelmente pouco humilde. Em vez do tradicional remake, ambicionou o fake perfeito. Não procurou evocar, imitar, mas falsificar. O gozo é duplo: o cerebral, decorrente do desafio formal, e o do grande falsificador de quadros, em torno da autoria e da identidade, logo do ego. Revela, por aí, de modo apenas aparentemente paradoxal, uma pretensão desmedida. A megalomania de quem escolhe a fasquia da perfeição como a única, não meramente aceitável, mas capaz de fazer o filme funcionar segundo as suas premissas. Deste ponto de vista, o facto de o filme escolhido ser o filme Psycho pouco importa para o caso. Se o fascínio pela forma era o mais importante, então poderia ter sido outro qualquer. Excepto que Psycho se encaixa no outro grande veio que Van Sant explora nos seus filmes e que é o tema do imaginário americano, os guts and bolts da América, de «Drugstore Cowboy» a «My Own Private Idaho», de «To Die For» a «Elephant». Donde a justeza de Psycho, o filme que explicou in not so many words o que american psycho quer dizer, logo o que american quer dizer.

posted by rui at 13.5.05

Felizes

12.5.05

aqueles que, na vida, por via de uma iluminação meiga e laboriosa, trocaram o Jacques Brel pelo Georges Brassens. Pois não foi assim comigo. Eu demorei um número indesculpável de anos a passar da Wilkinson Sword Protector para a Gillette Mach 3. É que se ter o Brassens tardio é de rigueur, já o ter a Mach 3 em atraso é como despontar para o anonimato. (despontar para o anonimato: bela frase de Ruy de Castro).

posted by rui at 12.5.05

Casamento branco

Anteontem, ouvi e li a expressão, que não conhecia. Mas só hoje reparei na ironia.

posted by rui at 12.5.05

Muda de vida

11.5.05

Assustado com o resultado das análises, trocou a gordura por cordura.

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China Blue

Kathleen Turner não é só garganta. É a voz, mesmo.

posted by rui at 11.5.05

Hard core

Gostava de hard core, pronto. Quando via um filme pornográfico, excitava-se apenas com os diálogos.

posted by rui at 11.5.05

Maria de Lurdes

Ela adorava livros de receitas. Folheava-os como se fossem pornografia.

posted by rui at 11.5.05

Aos 90',

10.5.05

Liedson resolve descansar para a final da Taça UEFA.

posted by rui at 10.5.05

Separados pelo Dr. Gentil Martins

posted by rui at 10.5.05

Where the credit is due

Jane Fonda, no Jay Leno, sobre o apoio de Ted Turner à luta contra a excisão:
At least he puts his money where his mouth his.

posted by rui at 10.5.05

Eticazita

9.5.05

A ética nos homens envelhece como as mulheres: muito pior do que os homens. Todos os homens têm uma Zita dentro de si.

posted by rui at 9.5.05

«Não me obrigueis a empregar a força para vos libertar!»

7.5.05

foi à proclamação que D. Pedro IV ofereceu à cidade do Porto quando aí desembarcou, em 1832. A frase condensa bem a ambiguidade do Liberalismo português, essa espécie de «resgate iluminado do Povo». A retórica liberal é ambivalente: por um lado, existe um elemento paternalista, na medida em que «o Povo» é descrito como incapaz, dócil e propenso à manipulação. Por outro, a criança deve amadurecer e tornar-se adulta. «O Povo» é visto como refém a ser resgatado das forças da tradição, costume e fé que o impedem de crescer. As «pessoas do campo» permanecem à margem das maravilhas do reformismo liberal, isoladas sob uma espessa camada de ignorância. Ora, o derrame das luzes da instrução emancipá-las-á da ignorância e trá-las-á ao convívio do contrato social. Na transformação de camponeses em cidadãos reside, todavia, um paradoxo: embora o fundamento da soberania resida no cidadão emancipado, a ele não é restituída a plenitude dos direitos políticos, pois nele se continua a pensar como uma criança ingénua. «O Povo» é antes visto como um infindável receptáculo de reformas, uma massa infinitamente dúctil nas mãos de um novo criador. Aqui está, parece-me, um traço de carácter do Portugal contemporâneo.

Quando, por estes dias de seca, se multiplicam as procissões a pedir que chova. Quando, a respeito do processo «Apito Dourado», da reforma do financiamento partidário e do poder autárquico, verificamos que o dilema enfrentado pelos antigos poderes locais, suas notabilidades e clientelas, face à expansão do aparelho periférico do Estado Liberal (resisti-la, colonizá-la ou ambas) se mantém válido. Quando, em muitas instâncias, o português continua, como na caricatura, de espinha curvada e de chapéu na mão a esmolar qualquer coisa. Se pensarmos em tudo isto, notoremos que, a muitos respeitos, a Revolução Liberal continua por cumprir. O problema é que a de 1910 também, e a de 1974 outro tanto. E é por isso que, em aspectos decisivos, precisamos de mais, e não de menos, Estado; porque a sua função emancipadora tradicional (do «padre», do «senhor» e do «adscritivo»), sobretudo através da educação e das políticas sociais e de emprego, é hoje tão urgente como o era em 1834. O «Povo» continua, para dar um exemplo, a ter uma relação doentia com a autoridade, oscilando entre a submissão acrítica ao poder do dia e o delírio embriagado, e assimétrico, de direitos. Uma das dificuldades enfrentadas por Portugal depois do 25 de Abril tem sido, precisamente, a necessidade de realizar em simultâneo reformas pertencentes a gerações diversas, decorrentes de carências com «idades» diversas, e que são potencialmente conflituantes entre si. Ou seja, é ainda preciso levar toda a gente à escola primária e secundária ao mesmo tempo que se disponibilizam novas tecnologias nessas escolas. Ou ainda, é necessário atender a formas antigas pobreza que roçam a indigência, como em Rabo de Peixe, e às novas formas de pobreza urbana, como os sem-abrigo. Existem vários «Portugais» com cronologias diversas, como rodas dentadas de diâmetros diferentes que se movem de forma descoincidente. Do ponto de vista da acção governativa, é preciso atender a tudo isto doseando as intervenções reformistas: ora de fundo, ou «estruturantes», ora pontuais, ou «de remendo».

É por isso que eu não percebo o posicionamento de Vasco Pulido Valente, no artigo de ontem e de outros dias, no Público. Pulido Valente tanto critica as reformas de fundo por infrutíferas, por, na sua superficialidade cosmética, não conseguirem tocar «a estrutura» (o mesmo argumento usado pelos teóricos elitistas italianos Pareto e Mosca contra o sufrágio universal), como critica as medidas pontuais, por serem «de remendo» e não resolverem um suposto problema de fundo, estrutural, que só se resolveria – como tantas vezes já disse mas nunca concretizou – com uma «reforma do regimen» (o mesmo argumento usado por Rui Santos quando o Benfica perde). Pulido Valente até se poderia contradizer se se percebesse qual era o seu ponto. Sucede que não tem nenhum, excepto ser do contra.

posted by rui at 7.5.05

Slower not faster

6.5.05

Ao cuidado do Pedro.

posted by rui at 6.5.05

O Sporting,

com o Peseiro, bateu no topo.

posted by rui at 6.5.05

«shmoopsie-poo» ?

amoroso, angel-face, angel-puss, angel, apricot, babe, baby-cakes, baby-doll, baby-face, baby-girl, baby, babykins, beard-splitter, beau, beautitful, best-girl, big-boy, big-daddy-yum-yum, big-love, bird, blossom, boo, boyfriend, bubby, bugsy, bumpkin, bunny, buttercup, button, caballero, casanova, cavalier, centerfold, charlatan, charming, cherub, chick, chickabiddy, clam-digger, cloth-ears, cocksman, con-Juan, cowboy, crumpet, cuddle-bear, cuddles, cuddly-wuddly, cupcake, cute-chick, cutesy-pie, cutie-patootie, cutie-pie, cutie, daddy-mack, daddy, dahlin, darling, dazzler, dear-one, dear, dearie, deary, dish, doll-baby, doll-face, doll, dolly-boy, doodle-bug, dream-girl, dream, dreamboat, duchess, duck, duckling, ducks, ducky, dumpling, esquire, fellow, fetcher, flame, fruitcake, gallant, girl, girlfriend, glitter-bug, goodlooker, gorgeous, gum-drop, heart, heartthrob, hon, honey-bun, honey-bunch, honey-bunny, honey-pie, honey-toast, honey, hot-stuff, hottie, hunk, inamorato, kitten, knight-in-shining-armor, knockout, kool-aid, ladies-man, lady-bug, lady-killer, lady-love, lamb, lambey-pie, lambkin, little-diddle, little-dove, looker, lothario, love-bug, love-maker, love-muffin, love, lover-boy, lover, lovey-dovey, magic-princess, main-squeeze, man, muffin, muggles, munchkin, muppet, old-lady, old-man, patootie, peach, peaches, pet, petal, petkins, pinup-girl, pinup, pookie, poopsy-woopsy, poopsy, poppet, precious, prince-charming, prince, princess, puddin', puddlepooper, pumpkin, pussy-cakes, pussy-cat, rag-beggar, raving-beauty, romeo, rumpy-diddle, schatzi, schnooky lumps, seducer, sex-kitten, shabookadook, sheik, shmoopsie-poo, shnoodle-bum, slick-chick, snicker-doodle, snookums, snooky, snuggle-bear, snuggle-bunny, snuggles, sparkles, sparky, spunkie, squidgy, squire, star-sweeper, stud, studley-do-right, stunner, sugar-booger, sugar-britches, sugar-bun, sugar-daddy, sugar-lips, sugar-smacks, sugar, sunshine, sweet-cheeks, sweet-heart, sweet-pea, sweet-thing, sweetie-pie, sweetie, sweetkins, sweets, teddy, ten, tootles, tootsie-pie, tootsie-wootsy, tootsie, twinkles, winky-dink, woman, young-man.

[English usage for flirting, SMS, Chat rooms, ICQ, Paltalk, and other instant messengers]

posted by rui at 6.5.05

Abrupto (dois anos de)

5.5.05

DISIDENTES

Los abruptos
pueden ser violentos
tozudos
y hasta sectarios
pero los
exabruptos
son siempre
resentidos.

[Mario Benedetti, Inventario. Poesia 1950-1985, Madrid, Visor, 2003, p. 145]

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(agora com fotografia e linques)

O «Mondovino» é o «Bowling for Columbine» do «Sideways».

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Slower but faster

4.5.05

posted by rui at 4.5.05

Separados à nascença

Meu caro Alexandre, foi uma pena não teres feito a pergunta que se impõe ao Paul Auster: como é que a Siri lida com o facto de ele ser igual ao Raul Julia?

posted by rui at 4.5.05

Olhe que não, Senhor Professor


[Bruno Ganz]

«Por exemplo, depois da Segunda Guerra Mundial, os Alemães negaram-se a inscrever, na sua existência como na sua história, o III Reich e o nazismo, reduzidos, durante décadas, nos manuais de História dos liceus, a um "episódio" referido em dez ou vinte linhas. Esse "branco" ou lacuna invisível, ou não-inscrição, está (ainda) a ter efeitos imprevisíveis na sociedade alemã, não sendo sem dúvida alheio à subida do neonazismo.» [José Gil, Portugal, Hoje. O medo de Existir, Relógio d'Água, 2005, p.16]
Pois, pois. O filme «A Queda», de resto bastante mau, tem, no entanto, o mérito insubstituível de mostrar que, sobre este assunto como sobre outros, aquilo que José Gil afirma é tolo, infundado e simplesmente errado. Os alemães não se negaram a inscrever coisa nenhuma. Se algo fizeram foi o contrário, se de algum excesso padeceram foi do excesso contrário, o da constante revisitação, inculcação de culpa e, finalmente, espécie de prostração catatónica. Não-inscrição? Olhe que não, Senhor Professor: a seguir à Guerra, os alemães entraram em tilt de inscrição, e se é isso que José Gil quer para Portugal, então vou ali e não sei se venho.

posted by rui at 4.5.05

Siga as instruções na embalagem

3.5.05

Como fazer tortellini agli asparagi para o almoço de Domingo antes de ir para o sofá ver o G.P. de Fórmula Um (por alguém que viveu três anos em Itália. Onde? Em Florença. Pois, eu sei o que está a pensar. Que sorte a minha, não é? Cidade linda, ai os Uffizzi, ai o Pitti, ai o Duomo, ai o Arno, ai Oltrarno, ai o James Ivory, ai o Rui Costa, ai ai as melgas, ai a City Lights , ui ui o Amerigo Vespucci. Prato só a dez minutos. Sim: eu sei a sorte que tive.)

posted by rui at 3.5.05

Afinal, não

Afinal, a coisa que me fez mais impressão nos últimos tempos foi saber que a Béa, do Verão Azul. Ponto. Ponto, para evocar a recordação dessa bela rapariga que não queria ser mulher. Que essa bela rapariga – está feia e gorda a fazer telenovelas no México.

posted by rui at 3.5.05

Chamavam-se Bud Spencer e Terence Hill

Nos últimos anos nada me fez mais impressão do que descobrir que Bud Spencer e Terence Hill são italianos e que não se chamam Bud Spencer e Terence Hill. Palavra de honra. Bud Spencer chamava-se Nini. Calma, estava a reinar. Bud Spencer responde pelo nome Carlo Pedersoli e Terence Hill pelo de Mário Girotti. Aliás, Carlo «Bud Spencer» Pedersoli pode ser visto por estes dias no cinema, nesse Master and Commander-Spaghetti chamado «Cantando por detrás das cortinas» (finalmente, um título em português que faz jus à qualidade do filme).

posted by rui at 3.5.05

Mais Moore

1.5.05

posted by rui at 1.5.05